segunda-feira, 28 de março de 2011

Juceles - do começo ao fim!

Quando algo começa bem tende a terminar bem. Da mesma forma se alguma coisa começa errado o natural é terminar todo errado, como naquele ditado.

Mas, porém e entretanto no caso que vamos falar a primeira opção é a que vale. Tudo começou da maneira perfeita. Uma reunião descontraída ao som de “batuques” (a única coisa que não deu certo) que queriam chamar de pagode “a galera de ômis” esperavam lá em Vidal para partir para o juceles.

Peroba fazendo caras e bocas ao tentar tocar, João Paulo e Davi como todo cara que toca alguma coisa não tocaram nada no cavaquinho. Vocês já prestaram atenção que quando alguém pega um violão, um cavaquinho ou qualquer outro instrumento eles ficam dedilhando, fazendo notas sem sentido e nunca tocam uma música completa? Ficam dizendo que não sabe tocar e quem sabe é o outro. É toda vida assim...

Mas, pulando isso, essa espera descontraída era um prelúdio da excelente noite que estava por vir. Mas antes de chegarmos ao sítio, tivemos momentos marcantes no Soldado Varão, só para não deixar de constar.

Pronto. Acabou o SV, todo mundo reunido no posto para sair (6 ou 7 carros). Um carro em especial chamou a atenção o do Maicon. Tendo o Boi como co-piloto (já prestou) os mesmos colocaram capacete (isso mesmo, dentro do carro e com capacete, simmm e de óculos de cross) e  dispararam para se amostrar para os outros carros que já tinham saído. Um pouco a frente encontraram um carro parecido com o de “jefim” como diz o próprio Maicon (que aliás estava “mei” doido nessa noite) e começaram a tirar onda, se amostrando e pedindo para baixar os vidros desse carro, só que para surpresa quando baixaram quem estava no outro carro???? Um grupo de homens com defeito de fábrica. Agora imaginem a cena: Maicon dirigindo e o Boi de co-piloto, os dois com capacetes e óculos de cross dentro do carro, surpresos ao ver que o outro carro não era de Jefferson.!!! O boi imediatamente fez sinal com a mão espalmada e balançando-a para frente e para trás mandando Maicon sair dali imediatamente. Precisa dizer que os dois alcançaram o comboio dos carros bem rapidinho?

Chegamos lá por volta de 23:00. Tarde para alguns, cedo demais para outros. Uns preferiram se alojar no quarto “sem moral” comandado por Alexandre Pai de Família (que teve sua rede atacada por terroristas com “algumas” ciriguelas).

Outros partiram para o churrasco, para jogar bola, queimar fontes de computador e mais um “bucado” de coisa.

Em ato desesperado de fome, já era tarde mesmo e ninguém tinha comido nada, Izac e Romário atacaram o arroz e a farofa ( que o tio que faz beiju de Saulo tinha feito). Cada um comeu uma quantia insignificante de arroz e um “pinguin” de farofa. Mas não recriminem os “bixim” era tarde e não tinham comido nada.

Após isso, veio a carne, que Romário e Izac rejeitaram, pois já estavam satisfeitos. Até dar na canela, os “cara’ comeram carne e mais carne e mais carne. Literalmente. Carne que caiu no chão, carne crua, nervo...

Quando o sono bateu e alguns resolveram recarregar as baterias. Eis que determinados caras resolveram bater dois recordes. O de “engiamento” de dedos por longo período dentro da água e o de contar até 7.000 mil levantando a bola de cinco em cinco e acertando o companheiro ao final de cada cinco contagens. Legal essa brincadeira!

Bem... o dia já estava nascendo e aquela cena. Alguns que estavam dormindo acordando, outros tomando banho de piscina, outros azilando e a sensação de que estava acabando foi tomando de conta. Se pudesse eles queriam ficar lá, não tenho dúvidas, mas como tudo que começa bem, estava terminando bem..

Aliás quando algo muito bom acaba, ficamos com um gostinho de quero mais é ou não é? Aquela sensação de que a próxima vez vai ser muito melhor. Pois é, então acho eu que o Juceles II - O retorno, vem aí....quem é a favor jogue um quilo de carne para cima!!!

Nenhum comentário: