Uma oração não atendida
Paulo, na segunda carta dirigida aos Coríntios, fala no início do Capítulo 12, de uma visão que tivera catorze anos antes. Arrebatado ao paraíso, teve revelações “inefáveis, que ao homem não é lícito falar” conforme v.4. Fico imaginando o que teria Paulo visto e ouvido, pois nos versículos 7 a 9 ele diz:
II Corintios 12:7-9 E, para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar. Acerca do qual três vezes orei ao Senhor para que se desviasse de mim. E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.
Quantas vezes oramos querendo que Deus nos atenda como se fôssemos capazes de saber o que é melhor para nós? Quantas vezes dizemos: – Eu oro, oro, oro mas Deus não me atende, não sei mais o que fazer. Quantas vezes oramos pedindo uma resposta de Deus desde que seja a resposta que queremos ouvir?
Quando Deus não atende as nossas orações, essa é a resposta.

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